LULA CONVENCE SOCRATES NOS MILHOES DA PT (PORTUGAL TELECOM)


Após tomar conhecimento na web, a mídia nacional divulga que LULA foi capa do Jornal em Portugal, em seu envolvimento na com da Oi, Portugal Telecom.

O ex-presidente teria convencido o ex-primeiro-ministro de Portugal José Sócrates a autorizar a compra de 23% da brasileira Oi pela Portugal Telecom por € 3,7 bilhões, segundo jornal “Correio da Manhã”

O jornal português “Correio da Manhã” divulgou na semana passada uma reportagem em que afirma que o ex-presidente Lula (PT) teria convencido o ex-primeiro-ministro de Portugal José Sócrates a autorizar a compra de 23% da brasileira Oi pela Portugal Telecom por € 3,7 bilhões. A transação está sendo investigada pelo Ministério Público de Portugal por suspeita de irregularidades. O jornal lusitano explorou o assunto após a revista “Veja” ter publicado uma reportagem sobre a relação entre escândalos no Brasil e em Portugal semelhantes à operação Lava Jato e envolvendo empresas dos dois países.

O jornal português aponta que José Sócrates, que comandou o país de 2005 a 2011, era contra a venda de 50% da Vivo – que pertencia à Portugal Telecom – à espanhola Telefônica. No entanto, ao visitar o Brasil em maio 2010, Sócrates teria mudado de ideia após encontro com o então presidente Lula.

Em julho do mesmo ano, a Portugal Telecom vendeu 50% da Vivo por € 7,5 bilhões e adquiriu 23% da Oi por € 3,7 bilhões (cerca de R$ 8,5 bilhões pelo câmbio da época). A transação despertou a atenção da Procuradoria Geral da República portuguesa por suspeitas de pagamento de propina a políticos brasileiros e portugueses para viabilizar o negócio.

Um dos envolvidos seria o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo. A construtora brasileira é acionista da Oi. Azevedo foi preso e denunciado pela Procuradoria Geral da República brasileira por participação no escândalo da Lava Jato.

Atualmente, José Sócrates está em prisão domiciliar. Ele é acusado de fraude fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção. O político português foi um dos alvos da operação Marquês, comandada pelo Ministério Público de Portugal. A apuração apontou que empresas e políticos portugueses agiram em conluio para vencer certames de obras públicas mediante pagamento de propinas. O Grupo Lena, que recebeu cerca de € 200 milhões por obras durante a gestão de Sócrates, chegou a constituir consórcios em Portugal com a Odebrecht, outra empresa alvo da Lava Jato .

Silêncio

Segredo. O Instituto Lula não quis comentar as reportagem do jornal português. O Ministério Público português também se negou a dar detalhes e disse que a investigação “está sob segredo de Justiça”.

Deputado tucano cobra explicação

O deputado federal e presidente do PSDB de Minas, Domingos Sávio, entende que a repercussão do jornal “Correio da Manhã”, de Portugal, “é mais do que um indício, mas sim prova do tráfico de influência de Lula”.

Ele cobrou uma explicação pública do petista. “Lula não está acima da lei, porque isso destrói as bases da democracia. Nas democracias mais avançadas, até presidentes em exercício foram punidos. Lula tem que responder ao povo brasileiro sobre estas acusações.”
 
http://jornais.sapo.pt/nacional/4063@2015-09-10/iframe

JOGOS INDIGENAS MUNDIAIS - TV BIGBRASIL


Ação promocional destaca riqueza cultural dos povos indígenas e convida turistas a visitarem o Brasil


Imagens emocionantes de índios competindo Tiro com Arco e Flecha, Arremesso de Lança, Cabo de Força, Corrida de Tora e outros esportes tradicionais da cultura indígena ilustraram o vídeo promocional dos Jogos Mundiais Indígenas, lançado oficialmente pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) na ITB Berlim, que acontece durante esta semana na Alemanha.

A ação faz parte da promoção da primeira edição mundial do evento, que reunirá mais de 2 mil indígenas de mais de 30 países entre os dias 18 a 27 de setembro em Palmas (TO).

“Pela primeira vez será realizado uma competição que reunirá indígenas de várias etnias, mostrando ao mundo nossa diversidade e capacidade de sediar eventos mundiais”, disse o presidente da Embratur, Vicente Neto.

Além dos indígenas brasileiros, também estarão presentes os povos dos países das Américas, Austrália, Japão, Noruega, Rússia, China e Filipinas. Do Brasil, cerca de 24 etnias devem participar da competição.

Hoje mais de 305 etnias indígenas vivem no País e, para o organizador dos jogos, Marcos Terena, a competição ajudará a fortalecer esses povos. “O objetivo é unir essas nações indígenas”, explica.

Vídeo

Apresentado na versão de 3 minutos e com legenda em inglês, o vídeo também será legendado em espanhol, francês e português lusitano. As versões de 30 segundos também serão traduzidas para os mesmos idiomas.

ANGOLA SE TORNA PRIMEIRO PAIS DO MUNDO A PROIBIR O ISLÃ


14/09/15 - As autoridades de Angola proibiram a religião islâmica e começaram a fechar mesquitas, em um esforço para frear a propagação do "extremismo" muçulmano, segundo meios de comunicação africanos.


De acordo com a ministra angolana da Cultura, Rosa Cruz e Silva, "o processo de legalização do Islã não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos de Angola, e portanto as mesquitas em todo o país serão fechadas e demolidas".

Além disso, os angolanos decidiram proibir dezenas de outras religiões e seitas que, segundo o governo, atentam contra a cultura da nação, cuja religião majoritária é o Cristianismo (praticado por 95% da população).

Por sua vez, o jornal angolano O País informa que cerca de 60 mesquitas já foram fechadas, enquanto os representantes da comunidade muçulmana denunciam que estas medidas foram tomadas sem consulta e que eles não constituem uma pequena seita.

Não obstante, as autoridades de Luanda entendem esumiram que "os muçulmanos radicais não são bem-vindos no país e que o governo angolano não está preparado para legalizar a presença de mesquitas em Angola", nação que se converteu na primeira do mundo a proibir o Islã.

Com informações Rádio Voz da Rússia


EX-PRESIDENTE LULA PODE SER PRESO A QUALQUER MOMENTO, POR SERGIO MORO

Prisões de Sérgio Moro abrem temporada de caça ao ex-presidente Lula.
Segundo informações ligadas diretamente ao Juiz Sérgio Moro, uma nova operação do Lava-Jato poderá prender o ex-presidente da republica Luiz Inácio Lula da Silva

A prisão dos principais executivos das maiores empreiteiras do país sinaliza para que as forças reacionárias abram a temporada de caça ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, conforme mostram as edições dos principais diários da mídia de ultradireita, no país. Colunista do diário conservador carioca O Globo, Ricardo Noblat afirma, em sua coluna deste sábado, que “nunca a investigação sobre a roubalheira na Petrobras chegou tão perto de Lula”.

Prisões de Sérgio Moro abrem temporada de caça ao ex-presidente Lula.
Segundo informações ligadas diretamente ao Juiz Sérgio Moro, uma nova operação do Lava-Jato poderá prender o ex-presidente da republica Luiz Inácio Lula da Sulva
A prisão dos principais executivos das maiores empreiteiras do país sinaliza para que as forças reacionárias abram a temporada de caça ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, conforme mostram as edições dos principais diários da mídia de ultradireita, no país. Colunista do diário conservador carioca O Globo, Ricardo Noblat afirma, em sua coluna deste sábado, que “nunca a investigação sobre a roubalheira na Petrobras chegou tão perto de Lula”.

“Nine’. É assim que o juiz Sérgio Moro se refere a Lula quando está entre amigos. Tem esperança de pegá-lo”, afirma Noblat.

– A essa altura só sei dizer uma coisa. Nunca a investigação sobre a roubalheira na Petrobras chegou tão perto de Lula, com a prisão dos empreiteiros. Principalmente a relações de Lula com Marcelo Odebrecht acenderam uma luz vermelha no governo e no próprio PT. Na medida em que o Marcelo Odebrechet foi feito prisioneiro e pode, eventualmente, até negociar uma delação premiada e contar pelo menos parte do que ele sabe para evitar pegar uma pena maior, no futuro, isso deixa o pessoal do governo e do PT muito assustado – diz ele.

O jornal da Rua Irineu Marinho, no Rio, também cobriu, na véspera, um encontro do ex-presidente com religiosos, no Instituto Lula. Na reunião, segundo o jornal que apoiou a ditadura militar, o ex-presidente teria criticado duramente a presidenta Dilma Rousseff e lançado um diagnóstico:

– Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto. Todos estão numa situação muito ruim. E olha que o PT ainda é o melhor partido. Estamos perdendo para nós mesmos.

Na matéria sobre o assunto, o Instituto Lula não faz qualquer menção ao que noticiou o jornal das Organizações Globo mas sua assessoria de imprensa prefere não comentar a matéria. Confrontado com críticas à “acomodação” de governantes e parlamentares petistas, segundo o site do Instituto Lula, o ex-presidente afirmou que é preciso retomar o “sonho petista”.

– Ainda hoje, com todas as notícias negativas contra nós, ainda somos o partido mais popular nas pesquisas. As pessoas sonham que o PT volte a ser o que era, e se existe esse sonho, vamos torná-lo realidade – disse Lula.

Lula, no encontro, teria dito que a atual gestão de Dilma assemelha-se a “um governo de mudos”.

– Aquele gabinete (presidencial) é uma desgraça. Não entra ninguém para dar notícia boa – reclamou.

O líder petista teria creditado ao governo de sua sucessora a crise vivida pelos petistas. e que é “um sacrifício” convencê-la a viajar pelo país e defender seu governo.

Ao citar uma pesquisa interna do partido, que revela a extensão da crise instalada no núcleo da legenda, Lula afirmou que “o momento não está bom” e “o momento é difícil”.

– Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo – disse.

O resultado teria chegado ao gabinete da presidenta Dilma:

– Isso não é para você desanimar, não. Isso é para você saber que a gente tem de mudar, que a gente pode se recuperar. E entre o PT, entre eu e você, quem tem mais capacidade de se recuperar é o governo, porque tem iniciativa, tem recurso, tem uma máquina poderosa para poder falar, executar, inaugurar…

Mais de 30 convidados encontro, entre eles o bispo dom Pedro Luiz Stringhini e o ex-ministro Gilberto Carvalho, defenderam a volta do partido volte à prática de representar os trabalhadores. Lula concordou e disse que os petistas trocaram a discussão da política pela do mandato.

A exemplo do que ocorre, hoje, com a Operação Lava Jato, na qual os réus são condenados publicamente antes mesmo do julgamento, durante as investigações sobre a Ação Penal 470, conhecida como ‘mensalão’, o PT somente voltou defender os líderes presos quando começou o julgamento no Supremo.

– Nós começamos a quebrar a cara ao tratar do ‘mensalão’ juridicamente. Então, cada um contratou um advogado. Advogado muito sabido, esperto, famoso, desfilando por aí, falando que a gente ia ganhar na Justiça. E a imprensa condenando. Todo dia tinha uma sentença. Quando chegou o dia do julgamento, o pessoal já estava condenado – teria dito o ex-presidente.

Para Lula, o atual momento vivido pelo PT é ainda mais dramático. Ele diz que há um “mau humor na sociedade”. E que até o ministro do STF Ricardo Lewandowski, “que votou contra (o ‘mensalão’)”, sofreu ofensas. Hoje em dia, disse Lula, quem é hostilizado na rua são os próprios petistas.

Yahoo

http://pensabrasil.com/ex-presidente-lula-pode-ser-preso-a-qualquer-momento-por-sergio-moro/#

ISLÂNDIA NÃO SALVOU OS BANQUEIROS E SE DEU BEM. POR QUE NAO SEGUIR SEU EXEMPLO?

A Islândia enfrentou sua crise econômica de maneira soberana:
juntou governo e habitantes, dispensando as interferências
do sistema bancário internacional.


A Islândia ficou por baixo aos olhos do mundo anos atrás e hoje se vê vitoriosa, acima de qualquer suspeita. Olha de cima os estarrecidos doutores economistas que a condenaram e desprezaram, mas que ainda viajam para cá e para lá carregando seus protocolos e ensinamentos ortodoxos ultrapassados de austeridade econômica para outros países.

Minha avó ensinava na cozinha a quem quisesse fazer boas comidas, particularmente bolos saborosos, fofos e de aparência inigualável, que nós crianças tanto queríamos, controlando com maestria os ingredientes. Desde o manuseio da massa, ao fermento adequado, à quantidade de ovos, à boa manteiga, ao cheiro ideal.

Vovó fazia o que hoje os economistas ortodoxos e austeros desconhecem por completo. Usava ela o conhecimento adquirido mexendo as panelas, sabia a dosagem certa, o tempo necessário e o melhor ponto. Mas fazia mais.

Ela já havia incorporado a arte de fazer bem o que era para dar bom resultado. Lembro-me hoje do filme mexicano Como água para chocolate que mostrava o ato de cozinhar bem com o sentimento de amor. Para cada tipo de comida o enredo sugeria amor, conhecimento, paciência e timing.

Tudo o que vovó já fazia e tudo o que os economistas ortodoxos e austeros e a Troika não fazem. Nem pensar. Claro que não é de se esperar amor nunca de um FMI, Comunidade Europeia (CE) ou Banco Central Europeu (BCE). Nem do Banco Mundial e correlatos. Mas conhecimento, paciência e timing seria o óbvio. E ululante segundo o velho Nélson Rodrigues!

Em lugar de amor, no entanto, cabe outra palavra poderosa mas nunca usada, solidariedade. Adicionar às cartilhas dessas instituições multilaterais pelo menos um pouco que resta de humanidade entre seus diretores presidentes e conselhos diretivos. Afinal elas pretendem ajudar os países e não afundar suas economias.

Em benefício dos bancos e dos banqueiros. O que seriam eles não fôssemos todos nós que depositamos nas instituições bancárias nosso dinheiro? Em troca desse sistema, no entanto, eles nos devolvem juros altos e condições draconianas de pagamento. E isto quando conseguimos empréstimos.

Pior, jogam com nosso dinheiro no mercado nos mais variados e arriscados expedientes e papéis, como os sub-primes no caso dos Estados Unidos, redundando na crise de 2008. E os governos até hoje acabam por socorre-los, a maioria esmagadora, com a desculpa de salvar as economias e os empregos, e quem paga? Nós os contribuintes.

Mas há pelo menos uma exceção, uma singular e preciosa exceção: a Islândia. País que é uma ilha, uma ilha que é um País, de tamanho próximo ao estado de Pernambuco e com população de pouco mais de 300 mil habitantes, enfrentou sua crise econômica de maneira soberana, altiva, juntos governo e habitantes, dispensando solenemente os palpites e interferências do sistema bancário internacional incluindo os caciques FMI, BCE e CE.

Exatamente para evitar comentários do tipo, ah!, mas a Islândia é pequena e pôde se dar ao luxo de fazer isto, é que cabe a observação: entre as espécies a dor de barriga é a mesma num elefante ou num gato, independentemente do tamanho do coitado. Assim como a austeridade ou a burrice nos ortodoxos.

A Islândia perdeu cerca de 8% de sua riqueza e um volume de emprego de 12%, magnitudes inéditas para o País, dois anos após a crise bancária de 2008. Rejeitou as medidas de austeridade aconselhadas na época pela Troika, em especial a CE, além de não socorrer seus bancos envolvidos no jogo financeiro, deixando-os ir à falência. Governo e população decidiram não tirar do bolso para o bolso dos banqueiros,

De 2011 em diante a Islândia revigorou sua economia principalmente a partir da indústria de alumínio, das exportações de pesca e do turismo. Hoje a ilha está muito bem obrigado, com desemprego entre 3% e 4% e um crescimento do PIB da ordem de 3,3%.

Ao contrário dos ensinamentos ortodoxos, a ilha continua mantendo controle de capitais desde 2008 limitando a circulação livre de dinheiro. A trava equivale ainda hoje a metade do valor do PIB. Não há espaço adicional para os jogos e expedientes financeiros de risco, somente para manter a circulação da moeda e financiar as atividades produtivas.

O próprio Presidente da ilha, Olafur Grimson, argumenta que a recuperação econômica de seu País se deveu ter dispensado as sugestões dos organismos multilaterais, a CE em especial, e ter contado com o apoio da população no exercício vigoroso da democracia.

Tanto o Presidente quanto minha avó souberam mais que a Troika administrar com eficiência nas suas especialidades o exercício de seus conhecimentos e habilidades. Cada qual combinou os devidos ingredientes econômicos, sociais e políticos de um lado e culinários de outro para chegarem juntos ambos a resultados auspiciosos.

O primeiro escutou seu povo e dele ouviu seus clamores, a segunda escutou seus comensais e deles ouviu suas preferências e desejos. Uma questão de humildade, despojamento e sabedoria. Saber ouvir e saber operar junto. Por trás de tudo, humanidade, maneiras de lidar com relações humanas.

Se o Presidente ou minha avó estivessem entre os economistas da Troika certamente fariam exatamente o oposto que é feito hoje na Zona do Euro. Em particular com a Grécia, Portugal, Espanha e Itália. Pelo menos os dois têm históricos de sucesso, coisa que os outros não lograram.

Senão, como é que o receituário de austeridade e ortodoxia ainda não deu resultado até agora em nenhum desses países? Ao contrário, os países sofrem há tempos com desemprego, quedas no PIB, reduções de vendas e produção sem que os ajustes fiscais draconianos pretendidos pela Troika tenham dado os resultados preconizados.

Que o Brasil se espelhe na Islândia e mostre sua capacidade de reagir sem sacrifícios desnecessários e injustos. Basta deixar a cartilha da Troika seguida pela Fazenda e ir no rumo da Islândia. Um acordo entre governo, empresas e população pode levar a economia de volta ao crescimento com justiça social.

Como já dito por outros diversas vezes, não se trata de simples ajuste da caixa do governo, mas de acerto entre governo, empresas e população. A Troika quer salvar os bancos, não os países. Com certeza o Presidente da Islândia ou minha avó, assim como as demais vovós de nossos leitores, fariam muito e bem melhor. Pelo menos com mais solidariedade e menos arrogância.

José Carlos Peliano, colaborador da Carta Maior

TOP 5 DO LITORAL ALAGOANO

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O verão pode até ter terminado oficialmente em março, mas o desejo de curtir uma praia, dar um mergulho revigorante no mar e sentir a brisa do litoral no rosto dura o ano inteiro. Em se tratando do litoral brasileiro, o de Alagoas é um dos que mais encantam os turistas, não importa em qual estação do ano aconteça a viagem. A costa alagoana possui inúmeras praias belas, mas cinco delas são imperdíveis, daquelas que fazem o visitante perder o fôlego diante de tanta beleza, deixando-o com aquela vontade de nunca mais ir embora. São elas:

Maragogi – Localizada no Litoral Norte de Alagoas, a Praia de Maragogi costuma ficar na memória dos visitantes especialmente por conta de um cenário paradisíaco: as suas famosas piscinas naturais Galés. Com suas águas mornas e de um azul-esverdeado transparente, que formam típicas paisagens de invejáveis cartões-postais, elas estão localizadas dentro da rota turística da Costa dos Corais – região que consiste na maior área de proteção ambiental marítima do Brasil. Em um único passeio de catamarã com duração de 2h30, é possível mergulhar em águas cristalinas, na companhia de peixes com cores, formas e tamanhos diferentes, tirar fotos aquáticas e ainda receber informações sobre conscientização ambiental.

Japaratinga – Outro destaque do Litoral Norte alagoano está na cidade vizinha a Maragogi: a calma praia de Japaratinga é um destino também bastante procurado pelos turistas. Além de contar com uma extensa faixa de areia fina, suas águas formam pequenas ondas no mar, o que torna Japaratinga uma praia ideal para o banho e para quem busca relaxar à beira-mar.

Ipioca – Dona de uma paisagem ímpar, a Praia de Ipioca se apresenta aos turistas que visitam a capital Maceió com uma longa faixa de areia branca e fofa e muitos coqueiros na paisagem. Com um mar que varia entre tranquilo e agitado, é ideal tanto para famílias que buscam relaxar à beira-mar quanto para aqueles que procuram praticar esportes náuticos nessa praia, que conta com quase 10 km de extensão. A água é morna e agradável, fazendo do mergulho no mar um convite irrecusável. Esculpida com perfeição pela natureza, Ipioca é o cenário ideal para recuperar as energias e conectar-se com a natureza.

Pajuçara – A capital Maceió também é a casa de Pajuçara, de onde partem as rústicas jangadas que levam às piscinas naturais, com suas águas cristalinas localizadas a 2 km da costa. Por ser uma praia urbana, o visitante tem ao seu alcance ciclovia e pista de cooper, além de encontrar diversas barracas de comida e souvenirs. A maré é calma, e a água tem uma temperatura agradável para mergulho.

Gunga – Chegando ao Litoral Sul, uma das praias mais conhecidas é a do Gunga, localizada na cidade de Barra de São Miguel. Situada em uma curva sinuosa entre o Oceano Atlântico e a Lagoa do Roteiro, Gunga conta em seu cenário com falésias coloridas e um mar de águas claras e calmas, além de imponentes coqueiros em toda a sua extensão. Na ponta esquerda da praia, o visitante pode observar o encontro das águas da Lagoa do Roteiro com o mar, local que concentra o maior movimento de turistas, que também costumam fazer passeios de bugue e de quadriciclo nessa praia.

Dicas de hospedagem


Seja na capital Maceió, seja no Litoral Norte, os visitantes que desejam acertar na escolha da hospedagem podem optar pelos resorts do Grupo Salinas. Localizado na Praia de Ipioca, a 24 km do Centro, o Salinas de Maceió Beach Resort tem o melhor custo-benefício, pois oferece aos hóspedes um regime de pensão altamente diferenciado. São seis refeições inclusas na diária: café, almoço, jantar, dois lanches (manhã e tarde) e um snack time, à noite, servidos em horários e locais pré-determinados. Além disso, o resort é o local ideal para aproveitar o tempo livre com diversão, descanso e conforto à beira-mar. Entre as diversas opções de lazer do resort, estão a grande piscina à beira-mar, a quadra de vôlei de praia e o salão de jogos, onde os hóspedes se divertem jogando tênis de mesa, sinuca, entre outras modalidades. Já a criançada pode se divertir no clubinho infantil, que funciona todos os dias das 8h às 22h com atividades para quem tem de 4 a 12 anos de idade. Outro destaque é o SPA Vida Mar, que oferece sauna, massagens e vários rituais e terapias para cuidar do corpo e da mente — serviços que podem ser adquiridos à parte pelos hóspedes.

Já no Litoral Norte, o destaque em termos de hospedagem fica por conta do Salinas do Maragogi All Inclusive Resort, considerado o resort dessa categoria mais bem avaliado do País e um dos 15 mais bem avaliados do mundo, de acordo com o site de viagens TripAdvisor. Além de todas as refeições, lanches, petiscos e bebidas — alcoólicas e não alcoólicas — já estarem inclusos na diária, o resort conta com dois catamarãs exclusivos, cada um com capacidade para 60 pessoas, além de duas lanchas de apoio à disposição dos hóspedes para o passeio às piscinas naturais, que podem ser adquiridos à parte. Ainda no campo do lazer, são mais de 20 itens, como piscinas, salão de jogos, quadras de vôlei de praia e de tênis, campos de futebol e de areia, trilha ecológica e fitness center inclusos na diária. Há ainda mais opções que podem ser contratadas à parte pelos hóspedes, como tirolesa, coqueirismo, muro de escalada e bike, além de diversas atividades náuticas (banana boat, ski aquático, wakeboard, disco boat, barco laser, windsurfe, caiaque).

SERVIÇO

Salinas do Maragogi All Inclusive Resort

Endereço: Rodovia AL-101 Norte, km 124 S/N, Maragogi - Alagoas

Telefone: 4020-3296 (custo de uma ligação local)

Site: www.salinas.com.br/pt/maragogi

Salinas de Maceió Beach Resort

Endereço: Rodovia AL-101 Norte, Km 20, S/N, Ipioca, Maceió

Telefone: 4020-3296 (custo de uma ligação local)

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PORTAL DIVULGA MAIS DE DUAS MIL FOTOGRAFIAS HISTORICAS BRASILEIRAS

Biblioteca Nacional e Instituto Moreira Salles disponibilizaram acervos dos séculos 19 e 20 para o Brasiliana Fotográfica

A Biblioteca Nacional e o Instituto Moreira Salles criaram o portal Brasiliana Fotográfica (http://brasilianafotografica.bn.br), um banco de fotos online focado no período de consolidação da fotografia no Brasil: do fim do século 19 aos anos 1920. Serão, inicialmente, cerca de duas mil fotografias do acervo das instituições, mas outras entidades ou colecionadores particulares poderão enriquecê-lo.

A iniciativa é pioneira no Brasil. Tanto a Biblioteca Nacional quanto o Instituto Moreira Salles têm entre seus pilares a preservação da fotografia. Da primeira, é destaque a Coleção D. Teresa Cristina Maria, composta por mais de 21 mil fotos reunidas por d. Pedro II, fotógrafo diletante e colecionador de imagens do Brasil, América do Norte, África e Europa.

Dela fazem parte registros de acontecimentos históricos, como a Guerra do Paraguai (1846-1870) e as manifestações pela abolição da escravatura, em 1888. Entre os principais nomes estão o alemão Revert Henry Klumb (1830-1886), professor de fotografia da Princesa Isabel, e o carioca Marc Ferrez (1843-1923).

O conjunto documental Mestres do Século XIX, do IMS, rico em paisagens e imagens de tipos brasileiros, sendo o Rio de Janeiro, capital do país, o principal cenário, tem fotos de Ferrez, do suíço Georges Leuzinger (1813-1892) e do francês Theophile Auguste Stahl (1828-1877), entre outros profissionais brasileiros e europeus.

As fotos mostram a evolução urbana das principais capitais da época, como Rio, São Paulo, Salvador e Recife, com registros da construção de ferrovias e de sistemas de abastecimento de água e da modernização de portos. O IMS disponibilizou outras três coleções.



Retrato de D. Pedro II de 1883 com técnica de impressão em platina (Foto: Joaquim Insley Pacheco / Acervo Biblioteca Nacional)

“É um apanhado das nossas principais coleções do século 19, que são complementares à da biblioteca. Elas são imagens, em geral, de boa qualidade, e que estão sendo disponibilizadas com ferramentas de magnificação, de modo que se possa chegar a detalhes”, explica o coordenador de fotografia do IMS, Sergio Burgi.

Renato Lessa, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, lembra que esse material da instituição é de domínio público. O portal deve servir a pesquisadores, estudantes e interessados em história e fotografia. “Será um portal da fotografia brasileira, e terá também ensaios de curadores. É como se fizéssemos várias exposições virtuais”, compara Lessa.

EM TABELA COM MORO, PSDB PEDE A PRISAO DE LULA E DILMA


17 de Abril de 2015 - Texto publicado pelo ITV, ligado ao partido presidido por Aécio Neves, diz que, "desde o mensalão, protagonistas dos escândalos de corrupção patrocinados pelo PT começaram a acertar contas com a Justiça", como José Dirceu e José Genoino; "Agora estão caindo também seus operadores incrustados nas entranhas do aparato estatal, como os ex-diretores da Petrobras presos, além dos donos das chaves dos cofres, como João Vaccari"; tucanos questionam: "quando as investigações e as punições irão chegar aos chefes desta quadrilha?"; e preveem que, "com o belo trabalho feito pelo Ministério Público Federal, pela Justiça Federal e pela Polícia Federal, este dia parece estar ficando mais perto"

Em tabela com o juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato e que determinou na quarta-feira 15 a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o PSDB, presidido pelo senador Aécio Neves, pede agora a prisão dos "chefes da quadrilha", em referência à presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula.

Um texto do Instituto Teotonio Vilela (ITV), ligado ao partido, aponta que "desde o mensalão, protagonistas dos escândalos de corrupção patrocinados pelo PT começaram a acertar contas com a Justiça. Primeiro caíram próceres do partido, como José Dirceu e José Genoino. Agora estão caindo também seus operadores incrustados nas entranhas do aparato estatal, como os ex-diretores da Petrobras presos, além dos donos das chaves dos cofres, como João Vaccari".

E questiona, a seguir: "Desde então, a grande questão que não cala é: quando as investigações e as punições irão chegar aos chefes desta quadrilha?". O texto divulgado no site do PSDB prevê ainda que "com o belo trabalho feito pelo Ministério Público Federal, pela Justiça Federal e pela Polícia Federal, este dia parece estar ficando mais perto".

"Não há dúvidas de que há motivos de sobra para punir quem esteve e quem está no topo da cadeia de comando, seja da organização criminosa, seja do país, ao longo destes últimos 12 anos", finaliza o instituto. O PSDB, que recebeu 42% de doação eleitoral oriunda de empreiteiras investigadas na Lava Jato, também não teve receio de apontar o que chamou de "provavelmente enlameado" dinheiro na campanha da reeleição de Dilma.

"Na função de tesoureiro do PT, ele [Vaccari] repassou R$ 30 milhões para a campanha que reelegeu Dilma em 2014 – dos quais R$ 4,8 milhões foram doados por empresas investigadas na Lava Jato. É dinheiro provavelmente enlameado na reeleição da presidente".

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/177506/PSDB-tabela-com-Moro-e-pede-pris%C3%A3o-de-Lula-e-Dilma.htm

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DILMA REGULA A "MIDIA TRADICIONAL" ATRAVÉS DE ACORDO COM FACEBOOK

Na América Latina, onde 53% da população não está online, existe um potencial de crescimento gigantesco, quando mais da metade da população for incorporada a internet, ainda mais com acesso gratuito, isso vai acontecer em curtíssimo prazo pois a demanda existe é fortíssima e está reprimida.

Ao incorporar está massa de gente via acesso gratuito com o
Facebook de parceiro Dilma encontrou o melhor caminho de regular a mídia tradicional sem passar pelo Congresso Nacional, leia a seguir matéria do BRASIL 247 sobre o assunto:

DILMA E ZUCKERBERG (Facebook) PLANEJAM INTERNET GRÁTIS

O governo do Brasil e o Facebook anunciaram uma parceria nesta sexta (10) para implementar o Internet.org, projeto que oferece conexão gratuita no país; o anúncio foi feito na Cúpula das Américas, realizada no Panamá, após uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o diretor-executivo da rede social, Mark Zuckerberg; Dilma postou foto com ele em seu perfil na rede social; atualmente, o serviço já está disponível em ao menos oito países: Zâmbia, Tanzânia, Quênia, Gana, Colômbia, Índia, Guatemala e Panamá; programa será iniciado na favela de Heliópolis (SP), com o objetivo de alcançar 200 mil pessoas; "Tanto eu quanto a presidente acreditamos que todos devem partilhar dos benefícios sociais e econômicos da conectividade", disse ele; ampliação dos serviços de internet no país foi uma das promessas de campanha de Dilma

O governo do Brasil e o Facebook anunciaram uma parceria nesta sexta-feira (10) para implementar o Internet.org --projeto que oferece conexão gratuita-- no país. O anúncio foi feito na Cúpula das Américas, realizada no Panamá, após uma reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o diretor-executivo da rede social, Mark Zuckerberg. Ambos postaram foto do encontro em seus perfis na rede social. Ele escreveu ainda um texto comemorando o encontro (leia abaixo). "Tanto eu quanto a presidente acreditamos que todos devem partilhar dos benefícios sociais e econômicos da conectividade", disse ele

Lançado em 2013, o projeto é uma iniciativa do Facebook em conjunto com os fornecedores de internet locais para permitir que usuários de qualquer celular possam acessar gratuitamente serviços básicos como Wikipedia, informações sobre clima, saúde, educação e empregos.

Atualmente, o serviço já está disponível em ao menos oito países: Zâmbia, Tanzânia, Quênia, Gana, Colômbia, Índia, Guatemala e Panamá.

Em entrevista à agência AFP, o vice-presidente global de crescimento do Facebook, Javier Oliván, disse que aempresa busca aumentar sua presença na América Latina, onde 53% da população não está online.

"Estamos na cúpula para nos unir ao diálogo na região sobre como levar conectividade a mais da metade da população latino-americana e mostrar que com as pessoas online podemos fomentar o desenvolvimento", explicou Oliván.

Abaixo a postagem do Mark Zuckerberg:

I just met with President Dilma Rousseff of Brazil. We had a good discussion about working together to connect morepeople to the internet in Brazil.

One project we announced today is a trial connectivity program in the Heliopolis favela in Sao Paolo. This is a low income neighborhood of around 200,000 people in Brazil's largest city. We're going to deliver fast free wifi to everyone in this community so they can access basic internet services on their phones -- including free services around health, jobs, education and communication.

The President and I both believe that everyone should share in the social and economic benefits of connectivity. We talked about the opportunities for technology to bring diverse communities closer together and also to improve education. These are things we care a lot about at Facebook, so we’re committed to finding more ways to collaborate.

I’m excited for Facebook to help more Brazilians connect with their loved ones and create greater opportunities around the world.
Fonte:  Agência ABJ

FILME PANAIR DO BRASIL - UMA HISTORIA DE GLAMOUR E CONSPIRAÇAO

SINOPSE - A empresa viveu o seu auge na era JK. Ao tomar o poder, o regime militar passou a perseguir a Panair do Brasil e seus dirigentes resultando na cassação de suas linhas aéreas em 1965. 
O filme mostra como a Panair do Brasil sobrevive ainda hoje no coração e na esperança da chamada Família Panair, composta por antigos funcionários e seus descendentes, que sonham com a volta de seus aviões aos céus brasileiros.

Governo militar cancelou concessão da Panair e decretou sua falência em 1965Com sede no Rio, 7 mil funcionários e símbolo da aviação comercial brasileira, companhia, então a maior do setor no país, era comandada por executivos ligados a JK e Jango Três dias, com escalas e pernoites. Esse era o tempo que levava a viagem entre Belém e o Rio de Janeiro no primeiro avião da Panair do Brasil, o Sikorsky S-38.

A aeronave da companhia, que iniciava suas atividades em 22 de outubro de 1929, era uma novidade e fazia grande sucesso na época. O hidroavião, depois apelidado pelos cariocas de “Tamanco Voador”, fazia o transporte de correio e carga e, um pouco mais tarde, de passageiros. Três décadas depois, a companhia aérea, uma das pioneiras da aviação comercial brasileira, chegava ao fim. Há 50 anos, no dia 10 de fevereiro de 1965, o governo militar cancelava a concessão da Panair, então a maior empresa do setor no país, abrindo o caminho para a decretação da sua falência.

Após encontro do ministro da Aeronáutica, brigadeiro Eduardo Gomes, com o presidente Castelo Branco, o primeiro general a comandar o país na ditadura, o governo anunciou a suspensão das concessões da Panair do Brasil para explorar linhas nacionais e internacionais. Alegou que a situação financeira da companhia era irrecuperável. Seus aviões foram recolhidos aos hangares, e a Varig passou no mesmo dia a operar voos internacionais da empresa, enquanto as rotas nacionais seriam assumidas pela Cruzeiro.

Sua falência foi decretada apenas cinco dias depois, em 15 de fevereiro. Para críticos da operação, entre eles ex-funcionários e executivos da empresa, a decretação da falência foi uma arbitrariedade jurídica do regime militar, resultado de perseguição política. Alguns também a consideram uma ação orquestrada entre militares e a Varig, que assumiu as suas linhas para o exterior e parte dos seus ativos. Com cerca de 7 mil funcionários e sede na Praça Marechal Âncora, no Centro do Rio de Janeiro, então capital da República, a Panair do Brasil viveu também crises internas, incluindo greve de pilotos e a abertura de uma CPI na Câmara dos Deputados. A crise final começou em 1964, quando o governo retirou as subvenções para as rotas internas da companhia.

A empresa foi criada como subsidiária de uma empresa americana, a Nyrba (New York-Rio de Janeiro-Buenos Aires). Um ano depois, em 1930, foi incorporada pela Pan Am (Pan American Airways) e, mais tarde, passou a ser controlada por acionistas brasileiros. Desde os anos 30, a história da Panair do Brasil se confundiu com a modernização do país e a integração nacional, aproximando cidades da distante Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste com o eixo Rio-São Paulo, o Sudeste, e o Sul do país. Nas asas da Panair, a bandeira brasileira também chegava a outros países da América do Sul, à Europa, à África, aos Estados Unidos e ao Oriente Médio.

A companhia também participou do esforço do Brasil de defesa do Atlântico Sul durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45) e teve a honra de transportar os craques da seleção, entre eles Pelé e Garrincha, que conquistaram a tão sonhada Copa do Mundo, em 1958, na Suécia. No seu auge, na era dos modernos Constellation, dos Caravelle e dos jatos DC-8, ficou famoso o chamado “Padrão Panair”, visto como excelência em aviação, incluindo o atendimento a passageiros com talheres de prata e copos de cristais. Durante os seus 35 anos de operação, a empresa também foi marcada por tragédias. Dezenas de passageiros morreram em acidentes aéreos, ocorridos no Rio, em São Paulo, Porto Alegre, Recife, Salvador e Manaus, entre outras cidades.

A empresa aérea foi ainda celebrada em canções, como a interpretada por Elis Regina em "Conversando no Bar" (Saudade dos Aviões da Panair), sucesso de Milton Nascimento e Fernando Brant (“A primeira Coca-Cola, foi, me lembro bem agora, nas asas da Panair...”). A voadora também serviu também de inspiração para o poema “Leilão do ar”, de Carlos Drummond de Andrade. Recentemente, a memória da companhia foi revivida no cinema com o documentário “Panair: uma história de amor com o Brasil”, do diretor e produtor Marco Altberg, acalentado durante 11 anos com a sua mulher, Maíza Figueira de Mello. Ela é neta de Celso da Rocha Miranda, o maior acionistas da companhia quanda foi fechada e um dos seus três principais executivos, ao lado de Mario Wallace Simonsen e Paulo Sampaio.

O filme, de 2008, resgatou o otimismo dos anos 50 e início dos 60, quando o país voava “nas asas da Panair”. Para Altberg, a perseguição à Panair ocorreu pela ligação de seus executivos com notórios opositores da ditadura. Rocha Miranda era ligado ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, enquanto Simonsen tinha ligações com João Goulart, deposto da Presidência pelos militares em 1964. O diretor diz que os militares achavam que os dois poderiam ser um suporte financeiro para a volta de JK e Jango 

http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/governo-militar-cancelou-concessao-da-panair-decretou-sua-falencia-em-1965-15299135
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LUIZ INACIO LULA DA SILVA - CHEFE DA QUADRILHA PETROBRAS


Publicado em 14 de jan de 2015 no Youtubeby Marco Antonio Villa - @RachelSherazade

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https://twitter.com/rachelsherazade
by @RachelSherazade

Rachel Sheherazade Arnaldo Jabor Joseval Peixoto SBT BRASIL Telejornal Do SBT

Luiz Carlos Prates Alexandre Garcia Miriam Leitão Paulo Eduardo Martins Sbt Pr

Jair Bolsonaro Reinaldo Azevedo rodrigo Constantino dilma lula aecio neves eleiçoes

2014 eleiçoes eleições

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Marco Antonio Villa

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CRIATIVIDADE COM WASHINGTON OLIVETTO


Publicado em 8 de jan de 2015

Na profissão do publicitário Washington Olivetto, a criatividade é uma moeda valiosa. Por isso, estimular a mente deve ser uma prática contínua.

Olivetto conta que busca em outras linguagens – como a música, o futebol e escrevendo crônicas gastronômicas – uma forma de compreender melhor todas elas e, assim, poder trabalhar com o melhor que cada uma tem a oferecer.

Quando se trata de estimular a criatividade, a ideia é a mesma: manter hábitos que abram a mente e nos permitam ter um olhar mais amplo das pessoas, do contexto e das próprias ideias.

O publicitário recebeu o SaraivaConteúdo em sua agência para contar cinco hábitos que o inspiram a criar. Assista à conversa!
Washington Olivetto (São Paulo, 29 de setembro de 1951) é um publicitário brasileiro, responsável por algumas das campanhas mais importantes da propaganda nacional. É também um mega empresário do ramo do marketing esportivo.

Cursou a faculdade de publicidade pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), mas não concluiu o curso. Redator, começou a carreira na Harding-Jiménez, depois passaria a trabalhar na Lince, Casabranca e depois na DPZ, em 1974, onde ganharia o primeiro leão de ouro da publicidade nacional no Festival de Cannes, com o filme Homem com mais de quarenta|1| anos. Na mesma agência, faria dupla de criação com o diretor de arte Francesc Petit e realizou inúmeros trabalhos premiados. A dupla ainda foi responsável pela criação do garoto-propaganda da Bombril, com o ator Carlos Moreno, que acabou indo parar nas páginas do Guinness Book como o garoto-propaganda de maior tempo de permanência no ar ao longo dos anos, a partir do décimo sexto ano de execução e mais de 340 filmes. Ainda na DPZ chegou a ser diretor de criação.

Saiu da DPZ para associar-se à agência de publicidade suíça GGK (tornando-se W/GGK), em 1986. Junto com os sócios Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret, passariam a ter o controle total da agência e passaria a ser chamada de W/Brasil. Posteriormente, teria filiais nos Estados Unidos (W/USA), Portugal (W/Portugal) e Espanha (Alta Definición & Washington Olivetto, ou W/Espanha). A W/Brasil se tornaria uma das agências mais premiadas do mundo, com quase 1.000 prêmios, entre Leões no Festival de Cannes, Clio Awards, CCSP e outros. Ganhou mais de 50 leões de Cannes (entre ouro, prata e bronze na categoria FIlme). Na W/Brasil, foi responsável pela criação de vários comerciais memoráveis, entre eles os filmes para a fabricante de sapatos Vulcabrás, o cachorro da Cofap, o casal Unibanco, entre outros. Os filmes Hitler (1989), para a Folha de São Paulo, e do Primeiro Sutiã (1988), para a Valisère, são os únicos comerciais brasileiros a constarem na lista mundial dos 100 maiores comerciais de todos os tempos.

Em 2005, foi lançada a biografia da sua empresa, Na toca dos leões, escrita por Fernando Morais, que narra sobre a sua vida e o seu sequestro. Em abril de 2010 a W/ de Washington Olivetto se uniu a McCann, gerando a W/McCann, uma das 5 maiores agências do Brasil e a maior do Rio de Janeiro. Washington Olivetto é Chairman da W/McCann e CCO da McCann Worldgroup América Latina e Caribe. Publicou seu 6o. livro recentemente: “Só os Patetas jantam mal na Disney”, pela Editora Panda Books. É ainda autor de “Corinthians, É Preto no Branco” com seu amigo e jornalista Nirlando Beirão, “Os piores textos de Washington Olivetto”, “Corinthians x Os Outros”, “O Primeiro a Gente Nunca Esquece” e “O que a vida me ensinou”.


COMO O BRASIL VIROU O PRINCIPAL REFUGIO DE SIRIOS NA AMERICA LATINA

Armin Nachawaty é sírio e muçulmano, mas mora no Rio de Janeiro
e se sustenta trabalhando em uma paróquia católica.

Aos 24 anos, carrega na memória uma longa travessia para escapar da guerra civil na Síria. Em sua cidade natal, Damasco, ele diz ter sido preso em condições subhumanas por ter se negado a cumprir o serviço militar. Seu pai decidiu então que ele e seu irmão, Ebraheem, 20, deveriam fugir para longe.

"Minha família pôs muito dinheiro, quase tudo o que tinha, para pagar pelos nossos passaportes", conta Armin à BBC Mundo.

A primeira parada, no Líbano, foi "horrível", diz ele. Ali vivem cerca de 1,2 milhão de refugiados sírios, e os dois irmãos não conseguiram lugar para morar ou trabalhar. Ante a dificuldade em obter vistos para Europa, EUA ou Canadá, surgiu a ideia de emigrar ao Brasil. A viagem foi autorizada pela embaixada brasileira no Líbano.

Ambos chegaram sozinhos em solo brasileiro um ano atrás e, seis meses depois, se reuniram com os pais e o irmão menor, Youness, de 5 anos.

Hoje, a família é parte dos cerca de 1,7 mil sírios refugiados em território brasileiro, segundo dados divulgados na segunda-feira pelo Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), vinculado ao Ministério da Justiça.

Eles formam o maior contingente de refugiados do país, seguido de cidadãos de Angola e Colômbia.

No ano passado, o Brasil concedeu refúgio a 2.320 estrangeiros - número recorde -, e os sírios foram mais da metade deles.
Cidadãos sírios

O mexicano Andrés Ramírez, representante no Brasil do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), diz à BBC Mundo que o Brasil é o país que acolhe a "imensa maioria" dos sírios que buscam refúgio na América Latina.

Uma das razões por trás disso é que o país reconhece imediatamente como refugiado qualquer pessoa que seja capaz de se identificar como cidadão sírio e solicite esse status.

No escritório do sacerdote Alex Coelho, doações para a família síria
No ano passado o Conare emitiu uma resolução que acelerou o processo de reconhecimento de sírios que pedem refúgio no Brasil, permitindo que pessoas como Armin conseguissem rapidamente a permissão para entrar no país. 
"O Brasil adotou uma posição receptiva em relação aos sírios e também aos libaneses afetados pela crise no Oriente Médio", diz Paulo Abrão, secretário de Justiça. Essa aceitação, sem uma análise individual de cada caso, é atípica e foi adotada depois que organizações humanitárias reportaram obstáculos em embaixadas brasileiras para conceder vistos a sírios deslocados pela guerra. 
Outro fato que atraiu muitos sírios é a grande comunidade sírio-libanesa e de descendentes de árabes, produto de ondas migratórias de fins do século 19 e começo do século 20.
Essas comunidades têm ajudado os refugiados recém-chegados, bem como a organização católica Cáritas, que ajuda com alojamento ou aulas de português. 
Um dos que cursam essas aulas é Bu Suleiman, sírio de 42 anos que chegou via Turquia, após tentar, sem sucesso, entrar na Europa pela Grécia. 
"Eu pensava que se falava espanhol no Brasil", diz ele. Só descobriu a língua daqui quando desembarcou no aeroporto de Guarulhos. "Não entendi nada." 
Brasil facilitou emissão de autorização de refúgio para pessoas
que tentam escapar da guerra civil síria
Hoje Suleiman vive no Rio, na casa de uma brasileira que contactou por intermédio da Cáritas e que o abriga de graça. Ele agora busca emprego como chef, mas conta que tem sido difícil conseguir em restaurantes sírios.

"Há muitos sírios que vêm para cá, está tudo cheio", explica. Mas ele acha que se tudo correr bem e ele aprender o português, em um ano trará o restante de sua família. "Acho que viverei no Brasil até morrer."
Religião

O representante da Acnur no Brasil adverte, no entanto, que nem tudo é "cor-de-rosa" para os sírios recém-chegados, cuja principal porta de entrada é São Paulo.

Ramírez estima que muitos dos que conseguem escapar da Síria e pagar uma viagem ao Brasil pertencem a setores mais abastados e com um bom nível de escolaridade.

"São engenheiros, farmacêuticos, pessoas que já têm pós-graduação ou doutorado", diz Aline Thuller, coordenadora do programa de atendimento aos refugiados da Cáritas no Rio.

Mas ela diz que muitos chegam sem nenhum documento que comprove sua formação acadêmica ou que sirva para a revalidação do título. "(Muitos) acabam tendo que trabalhar como garçons, em limpeza", conta.

Segundo Thuller, também chegam famílias sírias numerosas, o que dificulta a obtenção de um lar onde possam viver todos juntos.

Os cinco integrantes da família Nachawaty se alojam em um apartamento emprestado na zona sul do Rio. Vendem comida árabe que eles mesmos cozinham e livros doados na paróquia de São João Batista, no bairro do Botafogo.

Chegaram ao local convidados pelo sacerdote Alex Coelho, que conta que conversou com Armin sobre as diferenças religiosas.

"Disse a ele: Deus é um só, para você e para mim. Maomé e Jesus falavam de fazer caridade", conta Coelho, cujo escritório está repleto de doações à família síria, de roupas a CDs. "A questão não é religiosa."

Armin, que estudou hotelaria e ainda busca emprego na área, tampouco se importa com o trabalho temporário dentro de um templo católico.

"Tenho muitos amigos com e sem religião, isso nunca foi um problema para mim. Essa é uma das razões pelas quais eu saí da Síria, porque as coisas saíram do controle lá", diz.

Ele acha que, no Brasil, ninguém tem problemas com a religião que pratica. Nota que sua mãe é observada quando caminha coberta pelo véu islâmico, mas não acha que os olhares sejam "racistas ou algo mau".

"Vamos ficar aqui por muito tempo", relata.
 
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/01/150113_sirios_refugiados_brasil_pai
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