LUIZ INACIO LULA DA SILVA - CHEFE DA QUADRILHA PETROBRAS


Publicado em 14 de jan de 2015 no Youtubeby Marco Antonio Villa - @RachelSherazade

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by @RachelSherazade

Rachel Sheherazade Arnaldo Jabor Joseval Peixoto SBT BRASIL Telejornal Do SBT

Luiz Carlos Prates Alexandre Garcia Miriam Leitão Paulo Eduardo Martins Sbt Pr

Jair Bolsonaro Reinaldo Azevedo rodrigo Constantino dilma lula aecio neves eleiçoes

2014 eleiçoes eleições

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Marco Antonio Villa

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CRIATIVIDADE COM WASHINGTON OLIVETTO


Publicado em 8 de jan de 2015

Na profissão do publicitário Washington Olivetto, a criatividade é uma moeda valiosa. Por isso, estimular a mente deve ser uma prática contínua.

Olivetto conta que busca em outras linguagens – como a música, o futebol e escrevendo crônicas gastronômicas – uma forma de compreender melhor todas elas e, assim, poder trabalhar com o melhor que cada uma tem a oferecer.

Quando se trata de estimular a criatividade, a ideia é a mesma: manter hábitos que abram a mente e nos permitam ter um olhar mais amplo das pessoas, do contexto e das próprias ideias.

O publicitário recebeu o SaraivaConteúdo em sua agência para contar cinco hábitos que o inspiram a criar. Assista à conversa!
Washington Olivetto (São Paulo, 29 de setembro de 1951) é um publicitário brasileiro, responsável por algumas das campanhas mais importantes da propaganda nacional. É também um mega empresário do ramo do marketing esportivo.

Cursou a faculdade de publicidade pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), mas não concluiu o curso. Redator, começou a carreira na Harding-Jiménez, depois passaria a trabalhar na Lince, Casabranca e depois na DPZ, em 1974, onde ganharia o primeiro leão de ouro da publicidade nacional no Festival de Cannes, com o filme Homem com mais de quarenta|1| anos. Na mesma agência, faria dupla de criação com o diretor de arte Francesc Petit e realizou inúmeros trabalhos premiados. A dupla ainda foi responsável pela criação do garoto-propaganda da Bombril, com o ator Carlos Moreno, que acabou indo parar nas páginas do Guinness Book como o garoto-propaganda de maior tempo de permanência no ar ao longo dos anos, a partir do décimo sexto ano de execução e mais de 340 filmes. Ainda na DPZ chegou a ser diretor de criação.

Saiu da DPZ para associar-se à agência de publicidade suíça GGK (tornando-se W/GGK), em 1986. Junto com os sócios Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret, passariam a ter o controle total da agência e passaria a ser chamada de W/Brasil. Posteriormente, teria filiais nos Estados Unidos (W/USA), Portugal (W/Portugal) e Espanha (Alta Definición & Washington Olivetto, ou W/Espanha). A W/Brasil se tornaria uma das agências mais premiadas do mundo, com quase 1.000 prêmios, entre Leões no Festival de Cannes, Clio Awards, CCSP e outros. Ganhou mais de 50 leões de Cannes (entre ouro, prata e bronze na categoria FIlme). Na W/Brasil, foi responsável pela criação de vários comerciais memoráveis, entre eles os filmes para a fabricante de sapatos Vulcabrás, o cachorro da Cofap, o casal Unibanco, entre outros. Os filmes Hitler (1989), para a Folha de São Paulo, e do Primeiro Sutiã (1988), para a Valisère, são os únicos comerciais brasileiros a constarem na lista mundial dos 100 maiores comerciais de todos os tempos.

Em 2005, foi lançada a biografia da sua empresa, Na toca dos leões, escrita por Fernando Morais, que narra sobre a sua vida e o seu sequestro. Em abril de 2010 a W/ de Washington Olivetto se uniu a McCann, gerando a W/McCann, uma das 5 maiores agências do Brasil e a maior do Rio de Janeiro. Washington Olivetto é Chairman da W/McCann e CCO da McCann Worldgroup América Latina e Caribe. Publicou seu 6o. livro recentemente: “Só os Patetas jantam mal na Disney”, pela Editora Panda Books. É ainda autor de “Corinthians, É Preto no Branco” com seu amigo e jornalista Nirlando Beirão, “Os piores textos de Washington Olivetto”, “Corinthians x Os Outros”, “O Primeiro a Gente Nunca Esquece” e “O que a vida me ensinou”.


COMO O BRASIL VIROU O PRINCIPAL REFUGIO DE SIRIOS NA AMERICA LATINA

Armin Nachawaty é sírio e muçulmano, mas mora no Rio de Janeiro
e se sustenta trabalhando em uma paróquia católica.

Aos 24 anos, carrega na memória uma longa travessia para escapar da guerra civil na Síria. Em sua cidade natal, Damasco, ele diz ter sido preso em condições subhumanas por ter se negado a cumprir o serviço militar. Seu pai decidiu então que ele e seu irmão, Ebraheem, 20, deveriam fugir para longe.

"Minha família pôs muito dinheiro, quase tudo o que tinha, para pagar pelos nossos passaportes", conta Armin à BBC Mundo.

A primeira parada, no Líbano, foi "horrível", diz ele. Ali vivem cerca de 1,2 milhão de refugiados sírios, e os dois irmãos não conseguiram lugar para morar ou trabalhar. Ante a dificuldade em obter vistos para Europa, EUA ou Canadá, surgiu a ideia de emigrar ao Brasil. A viagem foi autorizada pela embaixada brasileira no Líbano.

Ambos chegaram sozinhos em solo brasileiro um ano atrás e, seis meses depois, se reuniram com os pais e o irmão menor, Youness, de 5 anos.

Hoje, a família é parte dos cerca de 1,7 mil sírios refugiados em território brasileiro, segundo dados divulgados na segunda-feira pelo Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), vinculado ao Ministério da Justiça.

Eles formam o maior contingente de refugiados do país, seguido de cidadãos de Angola e Colômbia.

No ano passado, o Brasil concedeu refúgio a 2.320 estrangeiros - número recorde -, e os sírios foram mais da metade deles.
Cidadãos sírios

O mexicano Andrés Ramírez, representante no Brasil do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur), diz à BBC Mundo que o Brasil é o país que acolhe a "imensa maioria" dos sírios que buscam refúgio na América Latina.

Uma das razões por trás disso é que o país reconhece imediatamente como refugiado qualquer pessoa que seja capaz de se identificar como cidadão sírio e solicite esse status.

No escritório do sacerdote Alex Coelho, doações para a família síria
No ano passado o Conare emitiu uma resolução que acelerou o processo de reconhecimento de sírios que pedem refúgio no Brasil, permitindo que pessoas como Armin conseguissem rapidamente a permissão para entrar no país. 
"O Brasil adotou uma posição receptiva em relação aos sírios e também aos libaneses afetados pela crise no Oriente Médio", diz Paulo Abrão, secretário de Justiça. Essa aceitação, sem uma análise individual de cada caso, é atípica e foi adotada depois que organizações humanitárias reportaram obstáculos em embaixadas brasileiras para conceder vistos a sírios deslocados pela guerra. 
Outro fato que atraiu muitos sírios é a grande comunidade sírio-libanesa e de descendentes de árabes, produto de ondas migratórias de fins do século 19 e começo do século 20.
Essas comunidades têm ajudado os refugiados recém-chegados, bem como a organização católica Cáritas, que ajuda com alojamento ou aulas de português. 
Um dos que cursam essas aulas é Bu Suleiman, sírio de 42 anos que chegou via Turquia, após tentar, sem sucesso, entrar na Europa pela Grécia. 
"Eu pensava que se falava espanhol no Brasil", diz ele. Só descobriu a língua daqui quando desembarcou no aeroporto de Guarulhos. "Não entendi nada." 
Brasil facilitou emissão de autorização de refúgio para pessoas
que tentam escapar da guerra civil síria
Hoje Suleiman vive no Rio, na casa de uma brasileira que contactou por intermédio da Cáritas e que o abriga de graça. Ele agora busca emprego como chef, mas conta que tem sido difícil conseguir em restaurantes sírios.

"Há muitos sírios que vêm para cá, está tudo cheio", explica. Mas ele acha que se tudo correr bem e ele aprender o português, em um ano trará o restante de sua família. "Acho que viverei no Brasil até morrer."
Religião

O representante da Acnur no Brasil adverte, no entanto, que nem tudo é "cor-de-rosa" para os sírios recém-chegados, cuja principal porta de entrada é São Paulo.

Ramírez estima que muitos dos que conseguem escapar da Síria e pagar uma viagem ao Brasil pertencem a setores mais abastados e com um bom nível de escolaridade.

"São engenheiros, farmacêuticos, pessoas que já têm pós-graduação ou doutorado", diz Aline Thuller, coordenadora do programa de atendimento aos refugiados da Cáritas no Rio.

Mas ela diz que muitos chegam sem nenhum documento que comprove sua formação acadêmica ou que sirva para a revalidação do título. "(Muitos) acabam tendo que trabalhar como garçons, em limpeza", conta.

Segundo Thuller, também chegam famílias sírias numerosas, o que dificulta a obtenção de um lar onde possam viver todos juntos.

Os cinco integrantes da família Nachawaty se alojam em um apartamento emprestado na zona sul do Rio. Vendem comida árabe que eles mesmos cozinham e livros doados na paróquia de São João Batista, no bairro do Botafogo.

Chegaram ao local convidados pelo sacerdote Alex Coelho, que conta que conversou com Armin sobre as diferenças religiosas.

"Disse a ele: Deus é um só, para você e para mim. Maomé e Jesus falavam de fazer caridade", conta Coelho, cujo escritório está repleto de doações à família síria, de roupas a CDs. "A questão não é religiosa."

Armin, que estudou hotelaria e ainda busca emprego na área, tampouco se importa com o trabalho temporário dentro de um templo católico.

"Tenho muitos amigos com e sem religião, isso nunca foi um problema para mim. Essa é uma das razões pelas quais eu saí da Síria, porque as coisas saíram do controle lá", diz.

Ele acha que, no Brasil, ninguém tem problemas com a religião que pratica. Nota que sua mãe é observada quando caminha coberta pelo véu islâmico, mas não acha que os olhares sejam "racistas ou algo mau".

"Vamos ficar aqui por muito tempo", relata.
 
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/01/150113_sirios_refugiados_brasil_pai
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